Aí vai a sinopse da minha mais nova história de ficção, que nada mais é do que uma sequela do filme Avatar, de James Cameron.
------------------------------------------------------------------------------------
AVATAR 2
Richard Selfridge é o acionista majoritário do conglomerado RDA, empresa que atua em diversos setores da economia mundial. Seu pai, Parker Selfridge, é o Administrador Chefe desse império. Apesar de atuar nas mais variadas áreas, o principal campo de atividade da RDA é a extração de unobtainium, um metal nobre cujo quilo vale 20 milhões de dólares. Esse metal, não encontrado na Terra, é extraído de outras luas e planetas com a ajuda de grandiosas e pesadas máquinas retroescavadeiras que ultrapassam em muito o tamanho de um navio cargueiro.
Mas, de uns tempos pra cá, as minas de unobtainium da RDA não têm dado retorno suficiente para compensar os gastos da empresa, uma vez que o precioso metal vem se esgotando.
A última esperança de a RDA firmar suas finanças é reabrir sua mina na lua de Pandora, local onde a vastidão de unobtainium compensaria o conglomerado industrial por muitos anos além. Mas, em troca, teriam de travar nova guerra com os nativos de Pandora, os Na’vi, e, consequentemente, perder muitos homens e muito material para conseguirem chegar à tão grandiosa reserva do valioso metal.
Todos os acionistas e diretores concordam em enviar máquinas e equipamentos pesados de volta a Pandora, mas Richard, em sua posição de acionista majoritário, se opõe a todos e veta o projeto, mesmo sabendo que a RDA pode vir à falência caso o programa não seja aprovado por ele.
Em segredo, Parker e os outros diretores da empresa enviam máquinas à lua de Pandora para darem início à exploração, mesmo contra a vontade de Richard, que saíra em defesa dos Na’vi e dos outros seres habitantes do local.
Quando Richard descobre o que seu pai fizera, ele embarca sozinho em um gigantesco ônibus espacial Mobius, visando chegar em Pandora antes das máquinas, a tempo de avisar os Na’vi do perigo que estava por vir. Ele só não contava com um passageiro clandestino a bordo do ônibus espacial, que não é muito querido entre os nativos.








